Todo tempo que passa
Passa sem medo do ser
Ou ter errado com pequenos defeitos
No tom de humanidade na voz
Passa sem medo do ser
E de ser algo concreto, síncero
Com tonalidade cruel, que pode parecer
Inconvenientemente perturbado e paranóico
Ter o próprio tempo, que sabe!
Que ter não é definitivamente possuir
Pois no feliz ou infelizmente possuímos
Incrível livre arbítrio, com sua pose
Decisivo, plenamente certo e convícto
Em suas decisões
Tempo passa por entre suas dúvidas
Causando um efeito antibiótico
Como uma vitória contra seus vírus animais!
Te faz enxergar as respostas
Convencendo-lhe de que não foi você quem as trouxe à superfície
Caminhos obscuros do corpo
Que nos ilude com doces pensamentos
Sútis e repentinos nos atacam!
Mostrando o quanto somos- falta a palavra- seres que precisam aprender a utilizar o restante de seu cerebelo
Completo o pensmento ou finito a criatividade do momento em expansão.
Estamos em reforma.
sexta-feira, 9 de abril de 2010
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