sexta-feira, 9 de abril de 2010

Opmet od Oproc

Todo tempo que passa
Passa sem medo do ser
Ou ter errado com pequenos defeitos
No tom de humanidade na voz

Passa sem medo do ser
E de ser algo concreto, síncero
Com tonalidade cruel, que pode parecer
Inconvenientemente perturbado e paranóico

Ter o próprio tempo, que sabe!
Que ter não é definitivamente possuir
Pois no feliz ou infelizmente possuímos
Incrível livre arbítrio, com sua pose
Decisivo, plenamente certo e convícto
Em suas decisões

Tempo passa por entre suas dúvidas
Causando um efeito antibiótico
Como uma vitória contra seus vírus animais!
Te faz enxergar as respostas
Convencendo-lhe de que não foi você quem as trouxe à superfície

Caminhos obscuros do corpo
Que nos ilude com doces pensamentos
Sútis e repentinos nos atacam!
Mostrando o quanto somos- falta a palavra- seres que precisam aprender a utilizar o restante de seu cerebelo
Completo o pensmento ou finito a criatividade do momento em expansão.

Estamos em reforma.

terça-feira, 6 de abril de 2010

AR³+m.(AL)²- Ão.A

Olhe aqui agora que sei rimar
Abre minha mente depois de pensar
Vem e me deixa mostrar as sujeiras no ar

Engula toda nova geração perdida que vem de mim
Sinta sua pele esticar e seus botões piscarem
Caminhe em minha direção, faça-me o que chamam
Tesão rotulado ORAL!
Esteja prontamente nú como vêem

Olhe aqui agora que sei bem
Tudo o que me dá tesão
Colado, Verbal, Oculto
Estou pronto assim... como o que repara em minha calça!


Obs: Será isso o reflexo dos meus sentimentos ocultos ou, pura inspiração GaGa!